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Traduzindo o Teatro Irlandês para os Palcos Brasileiros

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This is an event in Brazilian Portuguese on translating Irish theatre for the Brazilian stage. All are welcome. We will be recording the event, as usual, so we will upload it to our YouTube channel, along with English subtitles, in due course. We are not able to offer simultaneous interpreting or English subtitles during the live event.

Traduzir para os palcos requer não apenas conhecimento linguístico e cultural, mas também domínio da arte performática. Tendo traduzido mais de vinte espetáculos, a atriz e tradutora brasileira Clara Carvalho conhece muito bem os desafios que a tradução teatral enfrenta. Clara é a convidada do Trinity Centre for Literary and Cultural Translation para uma conversa inédita com a doutoranda Nayara Güércio, em português, sobre sua experiência como tradutora e atriz da peça de Bernard Shaw, “A Profissão da Senhora Warren” (Mrs. Warren’s Profession), entre outras vivências em tradução teatral. A adaptação brasileira da obra de Shaw foi idealizada pela Dra. Rosalie Rahal Haddad, da Haddad Fellowship, fundação que generosamente financia a pesquisa de doutoramento de Nayara Güércio. Rosalie também atuou como dramaturg da peça, instruindo e orientando os atores sobre aspectos linguísticos e culturais.

Este evento visa fortalecer o diálogo artístico e acadêmico entre Brasil e Irlanda no âmbito da tradução literária. O evento é gratuito e todos são muito bem-vindos.

Clara Carvalho

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A atriz Clara Carvalho formou-se em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). Graduou-se no exame do Nancy III pela Aliança Francesa. Iniciou sua trajetória artística no balé, e participou da Associação de Ballet do Rio de Janeiro e foi integrante do Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 1986 veio com o Grupo Tapa para São Paulo, com o espetáculo "O Tempo e os Conways", de J.B. Priestley e, daí em diante, radicou-se em São Paulo, dedicando-se definitivamente ao teatro como atriz, diretora, tradutora e professora.

Por suas atuações, Clara foi indicada 4 vezes ao Prêmio Shell (por "Ivanov"; "Frankensteins", "Órfãos de Jânio" e “Ou Você Poderia me Beijar”, em 2014), tendo vencido uma vez o Shell com "Órfãos de Jânio", em 2002. Ganhou também o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz em 2002 ("Major Bárbara"), o Prêmio APCA de 2003 ("Frankensteins"), e o Prêmio Mambembe em 1998 ("Ivanov"). Em 2011 foi indicada ao Prêmio APCA de Melhor Atriz por sua atuação em "Espectros". Em 2014 é novamente indicada ao Prêmio APCA por “Preto no Branco”, no Núcleo Experimental de Teatro. Em 2012, recebeu indicação ao Prêmio Quem de melhor atriz por seu trabalho em "Isso é o que Ela Pensa", de Alan Ayckbourn; em 2013 foi indicada para o Prêmio Aplauso Brasil e ao Prêmio da APTR, no Rio de Janeiro, por sua atuação em “Anti- Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues. Em 2018 foi indicada ao Prêmio APCA e ganhou o Prêmio Aplauso Brasil por “A Profissão da Sra. Warren.

Clara dirigiu os espetáculos:Ricardo III ou Cenas da Vida de Meierhold (2019, CCSP), ator Rogério Brito indicado ao prêmio Shell de melhor ator; Condomínio Visniec (2019, SESC Ipiranga), indicado ao prêmio APCA de melhor direção; indicado ao Prêmio Aplauso Brasil de melhor direção, melhor espetáculo e melhor elenco e melhor produção independente; A Reação, de Lucy Prebble (2015, teatro Vivo); A Máquina Tchekhov, de Matéi Viscniec, em parceria com Denise Weinberg, em 2015 (indicada ao Prêmio APCA 2015 de melhor Direção e Melhor Espetáculo e Prêmio Aplauso Brasil 2015 de Melhor Espetáculo e Melhor Elenco); Órfãos, de Dennis Kelly, em 2011 (montagem vencedora do Festival de Teatro da Cultura Inglesa de São Paulo) e Valsa Nº 6, de Nelson Rodrigues, em 2009.

Além de atuar no teatro e dirigir, Clara é também tradutora de peças teatrais como “A Profissão da Senhora Warren”, de Bernard Shaw, ”Dias de Vinho e Rosas”, de Owen MacCafferty, “Três Mudanças”, de Nicky Silver; “A Besta", peça em versos de David Hirson, “Os 39 Degraus", de Patrick Barlowe, Toc Toc, de Laurent Baffie e Ligações Perigosas, de Christopher Hampton e O Ensaio, de Jean Anouilh, entre várias outras.

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